Ímpetos
Já muitas vezes disse por aqui que existem pessoas surpreendentes. Umas pela positiva, outras pela negativa, outras conseguem-no ser apenas porque são. Feitios são feitios, presenças são presenças, fachadas são fachadas. Tudo isto representa quem nós somos e para quem pretendemos manter as aparências. Defeitos e virtudes todos temos. São factores que nos moldam e que mostram o nosso verdadeiro "eu".
Nos últimos tempos tenho pensado muito na vivência das pessoas e no que, de facto, nos guia a ter certos e determinados actos. Se estamos com alguém é porque gostamos dessa pessoa, pelo menos comigo funciona assim. Se nos estamos a conhecer , é preciso mostrar quem somos na verdade. Ora se nos escondemos das pessoas com quem travamos amizades ou meros conhecimentos... somos sobre a minha óptica... covardes. Até porque nos escudamos em razões mais ou menos verdadeiras, mais ou menos falsas, mais ou menos estranhas, para evitarmos mostrar o nosso verdadeiro "eu". Tenho levado com muitas dessas razões bem em cheio nas trombas. Começo a fartar-me delas... verdadeiramente. Parecem-me meras hipocrisias para quem quer manter a distância, a vidinha e de repente sacar umas cenas fixes ou uns favores à borla. Como dizia o outro "prefiro uma verdade cruel a uma mentira piedosa".
Mas voltando ao ponto de partida, tenho gostado de conhecer virtudes e defeitos, medos e ansiedades, coragem e irritações... algumas delas com as quais não lido muito bem. Noutros tempos e até mesmo neste, mas com outras pessoas tinha pegado nas minhas coisas e xau! Chateiam-me certas bocas, certas formas de dizer as coisas. Depois vêem as desculpas, que não se pedem... evitam-se. Como percebi que certas atitudes não saem verdadeiramente da cabeça ou da alma, desculpei. Mas não gosto desses defeitos. Para um pessimista como eu, chega a atingir um nível de pessimismo que é demasiado extremo. Para um ser inteligente certas coisas chegam a ser quase ridículas. Fico surpreendido pela negativa, mas sorrio. Sorrio porque é fruto de um mau momento.. ou fruto da própria pessoa. Sei lá... todos somos apenas seres humanos... com as nossas falhas, as nossas imperfeições, os nossos momentos. Rio-me interiormente porque não passa de um bebé assustado a falar, com medo... medo do que para aí vem. Medo de não ter tempo para cumprir os sonhos.
Por vezes também digo coisas que não devo. Penso ainda mais vezes do que as que deito cá para fora. As ideias que posso deixar passar sobre mim são no fundo algumas inverdades. Penso como um homem comum. Posso não agir como tal, mas penso. Consigo controlar os meus desejos e as minhas vontades. Por vezes é difícil, não sou assim tão utópico, tão platónico quanto isso. Só eu sei as vezes em que já me apeteceu cometer uma sã loucura... e as vezes que já tive de me conter.
Se considero que sinto uma paz imensa só ao olhar para uma certa e determinada pessoa, essa mesma pessoa consegue tirar-me muitas vezes do sério. As palavras são tão extraordinárias que me surpreendem. É uma surpresa. Uma menina assustada a falar no corpo de uma mulher. Os olhares muitas vezes falam. E o ímpeto... o meu... tem de ser refreado...
Nos últimos tempos tenho pensado muito na vivência das pessoas e no que, de facto, nos guia a ter certos e determinados actos. Se estamos com alguém é porque gostamos dessa pessoa, pelo menos comigo funciona assim. Se nos estamos a conhecer , é preciso mostrar quem somos na verdade. Ora se nos escondemos das pessoas com quem travamos amizades ou meros conhecimentos... somos sobre a minha óptica... covardes. Até porque nos escudamos em razões mais ou menos verdadeiras, mais ou menos falsas, mais ou menos estranhas, para evitarmos mostrar o nosso verdadeiro "eu". Tenho levado com muitas dessas razões bem em cheio nas trombas. Começo a fartar-me delas... verdadeiramente. Parecem-me meras hipocrisias para quem quer manter a distância, a vidinha e de repente sacar umas cenas fixes ou uns favores à borla. Como dizia o outro "prefiro uma verdade cruel a uma mentira piedosa".
Mas voltando ao ponto de partida, tenho gostado de conhecer virtudes e defeitos, medos e ansiedades, coragem e irritações... algumas delas com as quais não lido muito bem. Noutros tempos e até mesmo neste, mas com outras pessoas tinha pegado nas minhas coisas e xau! Chateiam-me certas bocas, certas formas de dizer as coisas. Depois vêem as desculpas, que não se pedem... evitam-se. Como percebi que certas atitudes não saem verdadeiramente da cabeça ou da alma, desculpei. Mas não gosto desses defeitos. Para um pessimista como eu, chega a atingir um nível de pessimismo que é demasiado extremo. Para um ser inteligente certas coisas chegam a ser quase ridículas. Fico surpreendido pela negativa, mas sorrio. Sorrio porque é fruto de um mau momento.. ou fruto da própria pessoa. Sei lá... todos somos apenas seres humanos... com as nossas falhas, as nossas imperfeições, os nossos momentos. Rio-me interiormente porque não passa de um bebé assustado a falar, com medo... medo do que para aí vem. Medo de não ter tempo para cumprir os sonhos.
Por vezes também digo coisas que não devo. Penso ainda mais vezes do que as que deito cá para fora. As ideias que posso deixar passar sobre mim são no fundo algumas inverdades. Penso como um homem comum. Posso não agir como tal, mas penso. Consigo controlar os meus desejos e as minhas vontades. Por vezes é difícil, não sou assim tão utópico, tão platónico quanto isso. Só eu sei as vezes em que já me apeteceu cometer uma sã loucura... e as vezes que já tive de me conter.
Se considero que sinto uma paz imensa só ao olhar para uma certa e determinada pessoa, essa mesma pessoa consegue tirar-me muitas vezes do sério. As palavras são tão extraordinárias que me surpreendem. É uma surpresa. Uma menina assustada a falar no corpo de uma mulher. Os olhares muitas vezes falam. E o ímpeto... o meu... tem de ser refreado...

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