terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Porquê?

Como sempre milhares de pensamentos invadem a minha mente. Porquê é uma palavra recorrente no meu ser. Porquê só o céu saberá, porque será que não regressa ao mar. Porquê? Pergunto como uma criança.
São porquês e mais porquês. Desde um porquê banal ao porquê impossível. Olho e quero-te. O teu sorriso sem os meus céus. Procuro-te e depois perco-te. Pergunto e adormeço. Pergunto e logo desperto. Tu saberás o porquê.
Busco respostas a perguntas que não cabem a mim responder. Porquê? Porque será que só me apaixonei por mulheres impossíveis. Porquê de tanto sofrimento em vão. Porquê de ter avançado. Porquê reiniciar a busca do amor. Porquê só o vento saberá. Porque as nuvens não podem ser paradas. Pergunto como uma criança. Com a minha voz, com as minhas palavras. Olho-te e quero-te. Tu sonhas sem dormir à noite.
Muitas perguntas ocupam este ser que se perde em questões vãs. Qual será a razão? Talvez os verdadeiros amores nunca terem sido correspondidos. Passaram por mim algumas mulheres que gostaram verdadeiramente de mim. Recordo-as com um sorriso de carinho. As que me levantaram e levantam questões e dúvidas, essas foram as que marcaram. Procuro-te e depois perco-me. Busco e depois quedo-me. Olho-te e quero-te...

Post passado pelo sensível lápis azul da censura...

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