Tempo de Guerra
Subitamente bateu-me um pensamento assustador. E se eu perdesse a Guardian of the Temple? Assustei-me. Talvez fosse o momento chave da minha vida. Aquele momento em que o pouco de mentalmente saudável que ainda tenho me fosse retirado de vez. Por tudo o que já vivemos juntos considero imprescindível aquela mulher na minha vida.
Compreendo agora que mais do que a tentativa de a ajudar, o que realmente me tirou o sono, foi que pela primeira vez percebi que tal como eu ela é humana. Susceptível a qualquer doença, acidente ou tolice que nos tira a vida. Assustei-me confesso. Até porque nunca pensei que a pudesse perder, nunca pensei que me pudesse fugir. A melhor maneira que tenho é confrontá-la com a situação, sem penas, sem piedades apenas com a certeza que vai vencer o mau momento e reflectir, dentro em breve, a sua capacidade de self control.
Foi a primeira vez em quase 13 anos de amizade que notei claramente na sua voz, medo. O medo. Parecia uma menina assustada. Aquele poço de força, de sabedoria, de vida. Tinha fugido de um momento para o outro e tinha ficado apenas a miúda assustada que nunca conheci. É neste momento, tal como sempre fizeste comigo, que tenho de me erguer e ser a parte mais forte. Somos de uma raça diferente diz ela. Pois bem. É neste momento em que o jogo psicológico começou, que já lhe fiz sentir que sou superior a ela. E tal como fiz no passado, agora é ela quem tem de se erguer das cinzas e chegar ao nível de ser superior que é. Chegou a hora. Acabaram os medos, os receios, as tristezas. É hora de pegar nas armas e lutar com todas as forças! Esta guerra é para ser ganha!
Considero que à uns meses atrás conheci uma mulher parecida com a que falei acima. A sua força, a sua beleza interior, a sua capacidade de ser erguer das cinzas é enorme. Só tem de acreditar nisso e perder o medo. É a mulher mais fantástica que conheço. Ao contrário da primeira, esta consegue aliar a sua beleza natural e interior a uma extraordinária simplicidade e simpatia. A Guardian of the Temple é incapaz de o fazer. Só depois de muito próximos a ela é que consegue desenvolver toda a personalidade fantástica que tem. O anjo revelou-se a mim muito mais rapidamente e de forma surpreendente. Aprendo com ela todos os dias e respeito-a cada vez mais. Não tem medo de por vezes parecer menina. É um dos seus atractivos. Também ela está a passar por momentos difíceis, mas tenho toda a certeza do mundo que vai ficar bem!
Mas agora que o tempo é de guerra, é altura de sermos mais fortes, é altura de colocar o som mais duro e incentivar assim o erguer das cinzas! Enquanto isso não acontecer, não voltará o hino deste blog. Convosco o grito de guerra! "Bulls on Parade"!
Compreendo agora que mais do que a tentativa de a ajudar, o que realmente me tirou o sono, foi que pela primeira vez percebi que tal como eu ela é humana. Susceptível a qualquer doença, acidente ou tolice que nos tira a vida. Assustei-me confesso. Até porque nunca pensei que a pudesse perder, nunca pensei que me pudesse fugir. A melhor maneira que tenho é confrontá-la com a situação, sem penas, sem piedades apenas com a certeza que vai vencer o mau momento e reflectir, dentro em breve, a sua capacidade de self control.
Foi a primeira vez em quase 13 anos de amizade que notei claramente na sua voz, medo. O medo. Parecia uma menina assustada. Aquele poço de força, de sabedoria, de vida. Tinha fugido de um momento para o outro e tinha ficado apenas a miúda assustada que nunca conheci. É neste momento, tal como sempre fizeste comigo, que tenho de me erguer e ser a parte mais forte. Somos de uma raça diferente diz ela. Pois bem. É neste momento em que o jogo psicológico começou, que já lhe fiz sentir que sou superior a ela. E tal como fiz no passado, agora é ela quem tem de se erguer das cinzas e chegar ao nível de ser superior que é. Chegou a hora. Acabaram os medos, os receios, as tristezas. É hora de pegar nas armas e lutar com todas as forças! Esta guerra é para ser ganha!
Considero que à uns meses atrás conheci uma mulher parecida com a que falei acima. A sua força, a sua beleza interior, a sua capacidade de ser erguer das cinzas é enorme. Só tem de acreditar nisso e perder o medo. É a mulher mais fantástica que conheço. Ao contrário da primeira, esta consegue aliar a sua beleza natural e interior a uma extraordinária simplicidade e simpatia. A Guardian of the Temple é incapaz de o fazer. Só depois de muito próximos a ela é que consegue desenvolver toda a personalidade fantástica que tem. O anjo revelou-se a mim muito mais rapidamente e de forma surpreendente. Aprendo com ela todos os dias e respeito-a cada vez mais. Não tem medo de por vezes parecer menina. É um dos seus atractivos. Também ela está a passar por momentos difíceis, mas tenho toda a certeza do mundo que vai ficar bem!
Mas agora que o tempo é de guerra, é altura de sermos mais fortes, é altura de colocar o som mais duro e incentivar assim o erguer das cinzas! Enquanto isso não acontecer, não voltará o hino deste blog. Convosco o grito de guerra! "Bulls on Parade"!

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