Ainda os Efeitos do Natal
Passado o Natal sobram sempre os efeitos secundários da época. Desde Domingo já sofri muito e ainda não passaram esses ditos efeitos. Fazendo um flashback para recordar...
Domingo. Fui gentilmente acordado com algo a fazer-me doer o pescoço. Não, não era nenhum crocodilo a morder o meu pescocinho. Quando abri os olhos a dor aumentou. Lá consegui erguer os olhos e apanhei logo um susto. A minha maninha sentada na minha cama a rir-se. "Merda!" foi o meu primeiro pensamento do dia. Tinha cravado no pescoço um dos anéis que lhe ofereci. Confesso, este foi um resquício dos posts que escrevi aqui sobre ela. Nada a ver com o Natal. Mas como sou muito estúpido ofereci-lhe outro anel, desenhado por uma amiga comum. A verdade é que essa amiga me facilita muito a vida. Gentilmente é ela que desenha e depois escolhe o que eu ofereço aquela coisa...
Segunda. Véspera de Natal. Acordei com uma telha suficientemente gigantesca para acabar com o espírito natalício ao menino Jesus e ao Pai Natal ao mesmo tempo. Tentei escrever ainda um post que ficou a meio. Acho que só comecei a falar com as pessoas depois das seis da tarde. E isto porque estavam a chegar os convivas. Sei bem o que se passou. Estava a lembrar-me de muitas coisas pelas que passei e de muitas pessoas que já partiram da minha vida. Até a música que estava a ouvir conseguiu deixar-me com o astral mais em baixo. Chegada a hora do jantar. Aqui o menino com a mesma telha. Ao contrário do que é costume, quem ajudou a levantar o astral foi a minha mãe. Entre as coisas sem grande nexo que estava a dizer comecei a sorrir. Acho que uma hora depois já estava era farta de me ouvir gozar com ela... Despertou o monstro! Pouco passava das 23 horas quando recebi um sms muito simpático, dizia: "Ainda consegues ser mais estúpido do eu que pensava!". Pronto... a Ines viu o presente. E parece que tinha gostado. Já tem nova arma de arremesso contra a minha gentil pessoa. Meia noite... desgraçadamente calhou-me a mim distribuir os presentes. Convêm dizer que a essa hora já tinha bebido alguma coisa... alguma... bastante! E veio o momento deprimente da noite. Todas as noites de Natal têm de ter um. O momento de distribuição dos presentes, com um barrete enfiado nos cornos e uma tentativa de tornar o Pai Natal gay. Não sei se fui muito bem sucedido, a julgar pelas fotos. Não se assustem! Poupo-vos a ver esse momento genial... perdoem... deprimente. A partir daí foi jogar cartas (com o acompanhamento de bebidas e doces) até às 5 da matina.
Terça. Dia de Natal. Pouca coisa para dizer... mais conversa... mais comida... eu todo tolo, a cair para o lado de sono. Adiante. Fim da noite. "Corteo" (para mais informações ver o post abaixo).
Quarta. Grande moca na cabeça.
Hoje. Grande moca na cabeça. Decididamente decidi que ando a dormir cada vez menos e cada vez pior. Parece que ando com um sono muito leve e acordo várias vezes ao longo da noite. A última vez que me aconteceu isso, foi presságio de que algo estava a mudar na minha vida. Só mudou mesmo a minha mentalidade, o resto manteve-se igual. Estou para ver o que vai acontecer agora. Acho que nada. Deve ser mesmo um problema da p.d.i. (para quem não sabe: p*** da idade) e como já não sou nenhum menino, vou dormindo cada vez pior. Defeito de família. Era o único que dormia como um calhau cá em casa e agora embrulha da mesma fruta! É bem feito para não gozares com os outros!
Pronto pronto! Eu pecador me confesso! A verdade é que o meu cérebro, mais pequeno que o de uma formiga, anda em hiperactividade. Tenho andado confuso (parecia a Floribella agora... spooky). Não sei o que fazer nem que atitudes tomar. E mais do que ninguém detesto sentir-me assim. Tenho um botão que em 99.9% das situações me diz o que fazer e que atitude tomar. Quando o botão avaria sinto-me como que perdido num turbilhão de emoções e sensações das quais não sou dono nem senhor. E isso faz com que me sinta perdido dentro de mim. Como já não fosse castigo ter de me aturar 24 horas por dia... ainda tinha de me perder em mim. Que azar do caraças... Decididamente tenho de fazer um shut down ou um reset ao cérebro a ver se me encontro. Mas é difícil. Tenho por costume afirmar que às vezes não me importava de ser um robot. Tudo lógico. Tudo simples. Precisamente nestes momentos de turbilhão é que gostava de ser um deles. Era tão fácil... "Deixa-te de merdas e cresce Bruno!"
Domingo. Fui gentilmente acordado com algo a fazer-me doer o pescoço. Não, não era nenhum crocodilo a morder o meu pescocinho. Quando abri os olhos a dor aumentou. Lá consegui erguer os olhos e apanhei logo um susto. A minha maninha sentada na minha cama a rir-se. "Merda!" foi o meu primeiro pensamento do dia. Tinha cravado no pescoço um dos anéis que lhe ofereci. Confesso, este foi um resquício dos posts que escrevi aqui sobre ela. Nada a ver com o Natal. Mas como sou muito estúpido ofereci-lhe outro anel, desenhado por uma amiga comum. A verdade é que essa amiga me facilita muito a vida. Gentilmente é ela que desenha e depois escolhe o que eu ofereço aquela coisa...
Segunda. Véspera de Natal. Acordei com uma telha suficientemente gigantesca para acabar com o espírito natalício ao menino Jesus e ao Pai Natal ao mesmo tempo. Tentei escrever ainda um post que ficou a meio. Acho que só comecei a falar com as pessoas depois das seis da tarde. E isto porque estavam a chegar os convivas. Sei bem o que se passou. Estava a lembrar-me de muitas coisas pelas que passei e de muitas pessoas que já partiram da minha vida. Até a música que estava a ouvir conseguiu deixar-me com o astral mais em baixo. Chegada a hora do jantar. Aqui o menino com a mesma telha. Ao contrário do que é costume, quem ajudou a levantar o astral foi a minha mãe. Entre as coisas sem grande nexo que estava a dizer comecei a sorrir. Acho que uma hora depois já estava era farta de me ouvir gozar com ela... Despertou o monstro! Pouco passava das 23 horas quando recebi um sms muito simpático, dizia: "Ainda consegues ser mais estúpido do eu que pensava!". Pronto... a Ines viu o presente. E parece que tinha gostado. Já tem nova arma de arremesso contra a minha gentil pessoa. Meia noite... desgraçadamente calhou-me a mim distribuir os presentes. Convêm dizer que a essa hora já tinha bebido alguma coisa... alguma... bastante! E veio o momento deprimente da noite. Todas as noites de Natal têm de ter um. O momento de distribuição dos presentes, com um barrete enfiado nos cornos e uma tentativa de tornar o Pai Natal gay. Não sei se fui muito bem sucedido, a julgar pelas fotos. Não se assustem! Poupo-vos a ver esse momento genial... perdoem... deprimente. A partir daí foi jogar cartas (com o acompanhamento de bebidas e doces) até às 5 da matina.
Terça. Dia de Natal. Pouca coisa para dizer... mais conversa... mais comida... eu todo tolo, a cair para o lado de sono. Adiante. Fim da noite. "Corteo" (para mais informações ver o post abaixo).
Quarta. Grande moca na cabeça.
Hoje. Grande moca na cabeça. Decididamente decidi que ando a dormir cada vez menos e cada vez pior. Parece que ando com um sono muito leve e acordo várias vezes ao longo da noite. A última vez que me aconteceu isso, foi presságio de que algo estava a mudar na minha vida. Só mudou mesmo a minha mentalidade, o resto manteve-se igual. Estou para ver o que vai acontecer agora. Acho que nada. Deve ser mesmo um problema da p.d.i. (para quem não sabe: p*** da idade) e como já não sou nenhum menino, vou dormindo cada vez pior. Defeito de família. Era o único que dormia como um calhau cá em casa e agora embrulha da mesma fruta! É bem feito para não gozares com os outros!
Pronto pronto! Eu pecador me confesso! A verdade é que o meu cérebro, mais pequeno que o de uma formiga, anda em hiperactividade. Tenho andado confuso (parecia a Floribella agora... spooky). Não sei o que fazer nem que atitudes tomar. E mais do que ninguém detesto sentir-me assim. Tenho um botão que em 99.9% das situações me diz o que fazer e que atitude tomar. Quando o botão avaria sinto-me como que perdido num turbilhão de emoções e sensações das quais não sou dono nem senhor. E isso faz com que me sinta perdido dentro de mim. Como já não fosse castigo ter de me aturar 24 horas por dia... ainda tinha de me perder em mim. Que azar do caraças... Decididamente tenho de fazer um shut down ou um reset ao cérebro a ver se me encontro. Mas é difícil. Tenho por costume afirmar que às vezes não me importava de ser um robot. Tudo lógico. Tudo simples. Precisamente nestes momentos de turbilhão é que gostava de ser um deles. Era tão fácil... "Deixa-te de merdas e cresce Bruno!"

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